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15 de março de 2012

O pecado ao fundo do corredor

Estou à porta da Eva e passam-me 1001 ideias pela cabeça: "vou comê-la nesta posição", "naquela", "quero um broche" e "minete" e isto e aquilo e etc. A porta abre-se, ela beija-me, um beijo quente e doce... Esqueço-me de tudo, a minha mente fica limpa, já não há ideias nem planos, apenas os seus lábios nos meus, a sua língua na minha boca e o seu corpo a roçar no meu. Ficamos assim, suspensos no tempo...

Lentamente, em curtos passos, lábios colados uns nos outros, movemo-nos em direcção ao quarto de forma quase tosca pois não podemos interromper o beijo. Paramos entre a porta do quarto-de-banho e a porta do quarto e encosto a Eva à parede. Retiro-lhe o soutien, levanto a sua blusa e entretenho-me com as suas deliciosas mamas. Ela sorri, ela gosta de me ver brincar com as suas mamas. Tiro a minha camisa e roço-me naqueles dois montes de fofura! Que delícia... Desabotôo-lhe as calças e lambo-lhe o clitóris por cima das cuecas. Volto acima para a beijar e ela faz-me uma travessura, recolhe néctar da sua ratinha com os dedos e coloca-os na minha boca. Tão saborosa que está!

Tiro-lhe as calças e as cuecas e viro-a de frente para a parede. Beijo o seu rabo e lambo o seu cuzinho em movimentos circulares com a minha língua. As minhas mãos massajam-lhe as mamas. Penetro-lhe o cu com a língua, enfio-a, tiro-a, ela geme, enfio, tiro... Ela gosta e o seu cu está receptivo. Lambuzo um dedo e enfio-lhe no cu, quero-o bem preparado para o que virá a seguir. Beijo-a no pescoço e mordisco-lhe a orelha. Tiro as minhas calças, envolvo o meu excitado pau com saliva e coloco-o no cu da Eva. O pau entra com facilidade, ela está super-excitada. Ela leva a minha mão ao seu clitóris e depois volta a alimentar-me com o seu néctar que já escorre da sua coninha.


A Eva está a gostar e quer mais, quer-me mais fundo, ela empurra a sua anca contra mim. Empurra de tal maneira que dou por mim encostado à outra parede. Formamos um "K" com os nosso corpos, eu vertical contra a parede e a Eva curvada de mãos contra a outra parede. Cada vez que vem atrás, o seu cu engole o meu pau completamente e sinto os meus ossos comprimidos contra a parede. Não sei se sou eu a comer a Eva ou a Eva a comer-me a mim! O ritmo intensifica-se, os sons dos nossos corpos e vozes ecoam pelo corredor. Aproximo-me do clímax e pergunto à Eva: queres que me venha no teu cu ou na tua boca?. Ela responde:

- Eu quero que te venhas onde estás.

Acelerei o ritmo e enfiei-lhe o meu pau bem fundo até me vir no seu cu. O orgasmo foi gigante, as minhas pernas tremiam e a Eva cobria-me de beijos cheia de satisfação.

Vamos para a cama e chega finalmente a hora de eu recolher o meu prémio, a coninha da Eva completamente encharcada de néctar. É um autêntico poço e é todo meu para beber! :) Os meus olhos brilham de satisfação enquanto a lambo e penetro com a minha língua. O seu cheiro, o seu sabor são do outro mundo. Aproveitando o seu cu ainda húmido da saliva e esperma penetro-a com um dedo, bem fundo. Pressiono a região do ponto G via anal e lambo o seu clitóris vigorosamente. Ela agarra a minha cabeça com força e comprime-a com as suas pernas. Ela vem-se, mas continua excitada e contorce-se, eu não paro nem a largo, continuo a lamber e a penetrar. Ela volta vir-se e a gritar, quase cai da cama. Mas eu puxo-a para mim e dou-lhe mais um orgasmo até ela fazer-me sinal para parar.

Vou acima e beijo-a com a minha boca encharcada de néctar e enfio-lhe a minha pila na sua coninha devagar... A sua coninha está super apertada e sensível, nesse dia nada havia lá entrado excepto a minha língua, e o meu pau teso fá-la delirar! Ela grita e vem-se e... pára. Faz-me sentar no topo da cama e acaba-me com um broche.

23 de fevereiro de 2012

Sob o quente da água

Adoro fazer broches ao Adão no duche!


A atmosfera que criamos debaixo do chuveiro é extraordinária: os abraços e os beijos e outros mimos que trocamos; a espuma nos nossos corpos enquanto nos lavamos um ao outro; o pé do Adão na borda da banheira a ajudá-lo a apoiar-se, dando-me espaço à sua frente… Mas do que gosto mesmo é de me ajoelhar e sentir o cair da água quente na minha cabeça, nos meus ombros e costas, enquanto lambo e chupo a pila do Adão.

Naquele fim de semana recheado de prazeres da carne, eu não conseguia tirar da ideia fazer um broche ao Adão enquanto estivéssemos no duche. Sem lhe revelar os meus planos pecaminosos, fiz-lhe um convite irrecusável: vamos para a banheira?

Debruço-me à frente do Adão e começo a fazer-lhe um broche. Devagarinho. Suavemente. Gosto que ele se sinta relaxado com o toque da minha língua na sua pila e nas suas bolas. E assim passamos algum tempo, os dois a apreciar o momento.

E é então que a minha mão e a minha boca começam a fazer um pouco mais de pressão no pau do Adão. E aumento o ritmo. E aumento a pressão. Com a pila na boca, agarro o rabo do Adão (e se o Adão tem um rabo bom de agarrar!…) E sem me esquecer dos meus movimentos com a boca, aproximo a mão direita do centro do rabo do Adão. Desço. Sinto a mão do Adão sobre a minha. Ele não me diz para parar. Pelo contrário, motiva-me a continuar. Os meus dedos percorrem o rego do Adão, enquanto a minha boca continua a chupar a sua pila. Às tantas é o Adão quem controla, já não sou eu. É o Adão que come a minha boca com a sua pila. E enfio-lhe um dedo no cu.

O Adão não tem tempo de me avisar, não quer perder a excitação com palavras que, também para mim, são desnecessárias e não me dizem mais do que aquilo que o seu corpo me está a dizer. Vem-se. E é então que volto a sentir a água quente a escorrer pela minha cabeça, uma textura que contrasta com a do líquido aveludado que saboreio na minha boca.

27 de dezembro de 2011

O primeiro pecado anal

Após a nossa noite de explorações, tivemos a seguinte conversa:

- Estou curiosa em relação a quantos mais adjectivos és capaz de associar a um beijo :) mas é divertido e deveras sugestivo!
- És muito curiosa… depois não te arrependas :P
- Aplicando duas frases feitas assim de seguida: ainda que a curiosidade tenha matado o gato, só me costumo arrepender daquilo que não fiz.
- Mas que dois clichés tão engenhosamente encadeados! :) Ficas então avisada que tenho um carácter exploratório e que tendo sempre a tentar ir mais longe e fazer coisas novas. Talvez te tenhas apercebido disso nas noites que passámos juntos em que, incrementalmente, fui mais longe na forma como explorei o teu maravilhoso corpo :) Claro que só vou tão longe quanto permitires/gostares, mas não fiques surpreendida se sugerir coisas menos "conservadoras" :P
- Ah, sim sim, não é nada que eu não tivesse reparado e para o qual não esteja já preparada! ;) E gosto imenso de carácteres exploratórios! :) Está à vontadinha para sugerir as tais coisas menos convencionais :D até porque assim também abres espaço para eu sugerir as minhas coisas menos convencionais! O que é justo e pode resultar de forma bastante... agradável :D

Na nossa terceira noite, após um minete e após ter comido a coninha da Eva dou por mim sentado na cama a receber um dos seus deliciosos broches. E antes de continuar há dois pontos que tenho de mencionar:
Primeiro, a Eva tem prazer a dar-me broches, é quase como se os seus lábios fossem os lábios de uma coninha e a sua língua um clitóris que têm gozo cada vez que sentem a minha pila. Às vezes ela pára em contemplação e diz-me eu gosto mesmo muito de chupar a tua pila.
Segundo, ela consegue fazer broches extremamente suaves. Por exemplo, às vezes chego à sua casa erecto e prestes a rebentar e ela faz-me durar 15/30 minutos na sua boca. Eu acho que ela faz isto por causa do primeiro ponto e não posso censurá-la, eu faço-lhe o mesmo! :)

Adiante, apetecia-me um estímulo mais forte e interrompo o seu broche. Dou-lhe um grande beijo pois adoro beijá-la após me fazer um broche (especialmente após me vir na sua boca) e digo-lhe para se deitar. Lambo o seu cu com a minha língua, enfio um dedo que desliza com facilidade e então digo-lhe "quero comer o teu cu" ao que ela responde sorrindo está bem.



Começamos por tentar na posição em que estávamos sem grande sucesso e optamos por fazer por trás com a Eva de gatas. A minha cabecinha entra e ela geme. Ficamos ali um bocadinho enquanto cubro as suas costas de beijinhos, de baixo até ao pescoço. A Eva empurra o seu rabo contra mim e percebo o sinal para avançar, enterro-o mais uns centímetros e ela está a gostar. A minha mão direita apalpa-lhe a mama direita e beijo-a atrás da orelha. Refreio a minha excitação e enorme vontade de acelerar, os nossos corações galopam... A anca dela começa a avançar e recuar, sinto confiança para o enfiar todo e ela geme cada vez mais alto consumida pelo gozo. Agarro ambas as mamas, beijo as suas costas, enfio tudo o que posso e ela atinge o êxtase soltando um grito! Pergunto-lhe se quer que eu pare e ela diz-me que não. O orgasmo dela excitou-me tanto que já não aguentei muito mais e enchi o seu cu com o meu esperma. Foi a primeira vez que dei um orgasmo puramente anal, sem nenhum outro estímulo a uma mulher, e isso encheu o meu coração de alegria! E assim termina a história de como conquistei o terceiro buraco da Eva.

22 de dezembro de 2011

Na Sexta, à tardinha

"Qd vieres cá a casa, quero que me encostes à parede, me baixes as calças e me masturbes com o meu vibrador! Foi exactamente o que acabei de fazer ;)"

":D :D :D Isso é TÃO excitante!!! Tiveste um bom orgasmo? Eu faço-te isso, coloca o vibrador a jeito na altura ;) Beijo grande"



A tarde de Sexta-feira estava morna no trabalho. Tinha acabado o que planeara para o dia e faltava-me vontade para começar o que fosse àquela hora tardia. Apetecia-me agitar as águas e enviei um e-mail ao Adão. E-mail puxa e-mail e a conversa começa a aquecer. Às tantas, eu só pensava que tinha de sair dali, ir para casa e "resolver este assunto" (uma solução que me pareceu melhor do que colocar a mão dentro das calças logo ali, apesar de o Adão o ter incentivado!)

Saio do trabalho com um sorriso maroto e faço o caminho para casa com um único pensamento em mente: preciso de me satisfazer. Entro em casa e dirijo-me imediatamente ao quarto. Agarro no vibrador. Encosto-me à parede do quarto e baixo as calças e as cuecas. 


Começo por percorrer a entrada da minha ratinha com um dedo e pude confirmar o que já sabia: estou completamente molhada. Ponho o dedo na boca, chupo-o e provo o meu sabor: "Deliciosa, Adão! Estou exactamente como tu gostas!" Coloco o vibrador dentro de mim e foi como se me começasse a libertar. Ao início, a minha vagina pedia-me que o fizesse de forma lenta, demorada, que o que eu queria era aquela sensação de ter algo a roçar no meu interior. Mas a excitação era imensa, e pouco demorou até começar a aumentar a velocidade das penetrações. O vai-e-vem do vibrador era incessante, complementado com as carícias dadas ao clitóris com o dedo médio da mão direita. 

Enquanto isto, a visão do Adão, ajoelhado à minha frente, a beijar-me as coxas, a chupar-me os lábios e a utilizar o vibrador em mim, tal como eu o estava a fazer, não saía da minha cabeça. E quanto mais pensava nele, mais excitada ficava. Não parava de o imaginar a deliciar-se com a sensação do meu doce a escorrer pelos seus dedos. O orgasmo veio como uma explosão. Como o libertar de toda aquela energia sexual acumulada, e que o Adão sabe tão bem despertar em mim! E depois, uma sensação de satisfação imensa.

Foi um bom final de semana! Melhor mesmo só se ele tivesse estado mesmo ajoelhado à minha frente :)

6 de dezembro de 2011

Posição de Lótus

Após as primeiras explorações, partimos para novas aventuras. A Eva sentou-se em cima de mim com as suas pernas enroladas à minha volta. Era a primeira vez que eu fazia com sucesso a posição de lótus (ou Yab Yum). O seu timing não podia ser melhor, nessa fase não estávamos com a mesma energia que no início e esta posição permitiu-nos fazer as coisas mais devagar, permitiu-nos manter um doce abraço enquanto nos beijávamos... delicioso! Esta posição também permite chupar-lhe e apalpar as mamas, algo que gosto muito. Não sei quanto tempo ficámos assim, mas pareceu bastante até a excitação crescer... chupava-lhe os mamilos e passava uma mão pelas costas, muito ao de leve só para a arrepiar. A excitação continuava a crescer e a Eva arqueou as costas, apoiada sobre os braços, para receber todo o meu pau. Nessa posição ela cavalgou-me até nos dar a ambos deliciosos orgasmos e desde aí ficámos fãs desta posição.

A nossa segunda noite terminaria com a luz do Sol a esgueirar-se dentro do quarto, uma noite em que nos conhecemos melhor, uma noite que deixou a promessa de mais momentos escaldantes.

28 de novembro de 2011

Explorações...

Após a primeira noite com a Eva ela convidou-me para ir visitá-la novamente e assim fiz: na noite seguinte fui à sua casa. A noite arrancou devagar à semelhança da primeira, ela fazia-se de difícil e obrigava-me a roubar-lhe os beijos que eu tanto desejava. A sua boca é um deleite e eu não parava de a perseguir. Gradualmente, a pouco e pouco, foi-se rendendo a mim e retribuindo os beijos. Primeiro beijos ternos nos lábios e depois beijos húmidos com língua, as coisas aqueciam...

Tomei iniciativa e fui para baixo, percorrendo o seu corpo com pequenos beijinhos até chegar à sua zona púbica. Aí deliciei-me com o seu néctar que já fluía abundantemente após a nossa troca de beijos. O seu primeiro orgasmo chegou depressa, grande e violento, todo o seu corpo estremeceu. Eu não abandonei a posição em que estava, continuei a lambê-la, um tanto mais devagar para voltar a excitá-la, mas não parei. Desta vez fui um pouco ousado e quis introduzir uma novidade em que havia pensado o dia todo, comecei a lamber-lhe o cu. Ela parecia confortável com a brincadeira e eu senti-me à vontade para ir mais longe. O seu cu começava a relaxar e eventualmente consegui penetrá-lo com a língua e deixá-lo molhadinho para o próximo estímulo: um dedo. A minha língua subiu até ao clitóris e muito devagar enfiei-lhe um dedo no cu. Ela reagia maravilhosamente, toda a sua linguagem corporal mostrava desejo pelo que eu estava a fazer, a sua anca avançava contra o meu dedo e não demorou muito até estar todo dentro dela. A Eva gemia e vibrava de prazer e passados mais uns instantes senti o seu ânus contrair-se e senti-a atingir o êxtase.
 

Ela deu-me uns beijos no pau e montou-me, a brincadeira havia-a deixado excitada e ela queria-me dentro dela. Assim que vi os seus seios surgir à minha frente agarrei-os, mas ela não deixou. Agarrou em cada uma das minhas mãos e colocou-as ao lado da minha cabeça enquanto fazia o seu sorriso maroto. Sentia-me frustrado e excitado ao mesmo tempo, e nisto, ela aumenta a provocação, aproxima-se de mim fazendo os seus mamilos roçar no meu peito, com um sorriso de quem está a apreciar o domínio. Eu aguentava-me... e assim que ela me deu espaço de manobra, devido às vagas de prazer que a percorriam, comecei a dar uso às minhas mãos. Primeiro brinquei com os seus seios, depois agarrei-lhe o rabo e beijei-a. Ela cavalgava mais depressa, beijávamos-nos freneticamente. Com a minha mão direita fiz um avanço para o seu rego, pressionei o seu cu e li as suas reacções. Como da primeira vez, ela estava receptiva e enfiei-lhe um dedo. Ela gemeu e acelerou o ritmo. Enfiei-lhe mais um dedo, que a fez gritar e explodir de prazer! Os meus dedos sentiam a minha pila a entrar e a sair, e a minha pila sentia uma enorme e fantástica pressão. Ela veio-se e eu vim-me logo a seguir. Foi delicioso.

26 de novembro de 2011

Pecado sobre rodas

Foi no carro do Adão que iniciámos a nossa série de aventuras pecaminosas outdoor. O Adão levou-me a ver as vistas sobre a cidade, numa noite do mês de Julho. Sem dúvida, a vista era linda à minha frente, mas ao meu lado estava um homem incrivelmente sexy e excitante e... pronto a devorar-me. 

Pouco tempo demorou até estarmos abraçados e a beijarmo-nos ardentemente, ainda fora do carro. A língua do Adão na minha boca, a minha língua na boca do Adão. Os dois corpos a roçarem um no outro. E eu a pensar que o ambiente estava a ficar demasiado quente mas, ao mesmo tempo, que não queria ficar por ali e que queria mais. Possivelmente foi este também o pensamento do Adão já que, passado um pouco, resolvemos ir para dentro do carro.
Sentámo-nos, o Adão no banco do condutor e eu no do passageiro. Os beijos continuam e não ficamos separados muito tempo. Passo para cima do Adão, de frente para ele. E foi só levantar a saia. Puxo as cuecas para o lado, pronta para me sentar no Adão. E era o que ia fazer, não fosse o Adão parar momentaneamente e, depois de afastar os seus lábios dos meus, dizer-me:

- Isto não se pode desperdiçar tudo no meu pau!

E passa um dedo pela entrada da minha vagina e lambe-o. E se eu já estava bem húmida, as palavras e o gesto do Adão deixaram-me completamente molhada. Beijei-o para provar também o meu sabor e sento-me no seu pau grande e rijo, que já estava preparado para me receber.

A partir daí, a excitação do momento tomou conta do meu corpo, e comecei a cavalgar no Adão, beijando-o sempre. E sentia-o tão dentro de mim...

22 de novembro de 2011

Um longo corredor

The Corridor
A Eva abriu a porta e eu entrei. Mal a porta fechou puxei-a para mim e comecei a beijá-la vorazmente, a minha língua bem fundo na boca dela. Não foram precisas palavras para transmitirmos a fome e o desejo que tínhamos um pelo outro, o beijo foi claro o suficiente. As minhas mãos depressa encontraram o seu caminho por dentro das suas roupas até às suas mamas e, posteriormente, até ao seu vale encantado onde se depararam com uma novidade, o vale estava rapadinho. Não resisti, imediatamente coloquei-me de joelhos, coloquei a minha cabeça dentro da sua saia, afastei as cuecas e comecei a lamber a zona desbravada que ela me presenteava. A minha zona de recreio havia sido expandida! A ansiedade, desejo, êxtase tornaram-me um pouco tosco e abrupto, lambi-a desajeitadamente, ao lado dos lábios e rapidamente passei para a vagina que estava encharcada do seu doce néctar. Estava eufórico, rapidamente subi ao clitóris e não demorou muito tempo até sentir as suas pernas fraquejar do orgasmo que lhe dei.

Ainda a continuava a lamber quando ela me puxou pela cabeça para me dar um beijo, enquanto me desapertava as calças. Calças no chão e ela baixou-se para me dar uns beijos no pau que já estava em sentido. Foi suave, delicada como ela sabe ser e não tardou muito até ela voltar acima. Ela não me queria fazer vir já. Agarrou-me na mão avançou uns metros no corredor, tirou as cuecas, encostou-se as costas à parede e puxou-me para ela. Levantou a sua perna esquerda ligeiramente e, frente a frente, penetrei-a. A posição não nos permitiu uma penetração profunda, mas com toda aquela excitação a sensação era muito agradável e a Eva gemia alto. Assim ficámos por uns minutos até, devido ao cansaço, pararmos. Avançámos um pouco mais em direcção ao quarto...

Até que a Eva me empurrou contra a parede esquerda do corredor e puxou os meus ombros para baixo. Apoiei-me num joelho e fiquei o suficiente baixo para a Eva me montar. Penetrei-a e ela abraçou-me, sentia as suas lindas mamas comprimidas contra o meu peito. Progressivamente a sua respiração acelerou e ficou mais forte, os seus gemidos mais altos até que atingiu um grande orgasmo! Finalmente fomos para o quarto.

12 de novembro de 2011

O primeiro pecado

O nosso primeiro pecado foi a gula! Os anos que levo de amizade com o Adão não fizeram diminuir o fraquejar das pernas, o tremer dos braços e o gaguejar da voz enquanto acabava de preparar o jantar e ele me mirava da cadeira. O Adão acertou no vinho. O Adão acertou na sobremesa. Doce e gelada. Terminámos o jantar, e ouvimo-nos sussurrar. Falamos quase em segredo. As nossas cabeças quase coladas, cada um sobre o seu copo de Porto (confesso que sugeri o Porto como uma tentativa de não deixar a conversa arrefecer - ou aquecer? - e para manter as nossas mãos ocupadas).

Após o Porto não resisti à tentação de me aproximar dela e fazer-lhe umas festinhas na testa... depois uns beijinhos, mas a Eva ainda não queria ceder ao pecado. Avancei para junto dela e tentei beijá-la, mas ela virou subtilmente a cabeça de lado, evitando a minha investida. Continuámos com festinhas e beijinhos por um bocado até eventualmente ela consentir o beijo.

O Adão tenta beijar-me, eu fujo. Continuamos. O Adão tenta beijar-me e beijamo-nos. O Adão contorna a mesa e continua a beijar-me avidamente, em pé à minha frente, dobrado sobre mim. Foi um belo beijo.

A Eva sentou-se no meu colo e continuámos a beijar-nos ardentemente...
Foi como se toda a minha ansiedade se diluísse nesses beijos. O Adão abraça-me e eu abraço-o, ele toca-me e eu toco-o, e ele despe-me a t-shirt e tira-me o soutien, sem hesitar (se há coisa que me atrai no Adão é que ele sabe o que quer e nunca hesita ou, se o faz, eu nunca me apercebo).

Nesta altura as nossas mãos já exploravam progressivamente o corpo um do outro até que ela me disse "queres ir ver o tecto do meu quarto?". Um convite subtil que não deixou dúvidas sobre a sua intenção, ela presenteava-me a maçã e eu não ia dizer não. Seguimos para o quarto.

Deitámo-nos na cama e despimo-nos. Olhar pela primeira vez para o peito do Adão deixou-me extasiada e tocá-lo foi uma sensação magnífica.

O meu corpo roçava contra o dela e era uma sensação maravilhosa. Comecei a beijar-lhe o pescoço enquanto as minhas mãos avançaram um pouco abaixo e seguravam os seus fofos seios. Depois desci e chupei-lhe os seus mamilos rijinhos enquanto ela gemia de excitação. Não me retive e continuei a avançar com a minha boca para sul, passei pelo umbigo, pela zona púbica e dirigi-me à virilha. Nesta altura Eva tinha as pernas fechadas, como um anjo inocente. Beijei-lhe as pernas até aos joelhos e aqui, de forma decidida, afastei os joelhos o suficiente para colocar a minha cabeça. Avancei devagarinho, beijando o interior das coxas até chegar aos seus lábios. Primeiro beijei em redor dos lábios, posteriormente chupei cada lábio individualmente e depois os dois. Adoro chupar-lhe os lábios...

Eu sinto-o deliciar-se comigo e isso excita-me imenso. Adoro vê-lo ter prazer enquanto me beija e lambe.

Nisto comecei a trabalhar com a língua, primeiro o períneo, depois à volta da vagina e subi até clitóris. Ela estava tão molhada e deliciosa... As minhas mãos ainda seguravam firmemente os seus seios e os meus dedos espremiam os seus mamilos. Uma das minhas mão desceu e inseri um dedo na vagina... estava tão apertadinha que o dedo entrou devagar. Comecei a estimular a parede superior na zona do ponto G. Sentia todo o seu corpo vibrar e contorcer-se, as suas pernas comprimiam-me a cabeça, ela soltava doces gemidos até que senti o seu orgasmo. Subi e cobri-a de beijos.

Beijámo-nos muito. Beijos grandes e cheios de intensidade. E então desci até estar na linha de cintura do Adão e comecei a lamber-lhe a pila, rija e saborosa, que já esperava por mim, pelo toque da minha língua e pelo quente da minha boca. E eu ansiava também por lambê-lo e por chupá-lo e por fazê-lo sentir muito prazer.
Mas eu ainda queria senti-lo dentro de mim. Precisava mesmo. O Adão surpreendeu-me e não começou pelo óbvio. O Adão deixou-me em extâse e fez-me suspirar por sexo. Fez-me suspirar para que me penetrasse. E tinha de ser já, exactamente nessa altura.

A Eva não conseguia resistir mais e montou-me, montou-me devagarinho e começou a cavalgar suavemente. Ela estava tão apertadinha e eu estava tão excitado que não durei muito tempo explodindo dentro dela!

Fazer sexo pela primeira vez com o Adão foi divinal. Sentir a pila dele dentro de mim foi extraordinário e deu-me um prazer imenso. A espera e a ansiedade que precederam a nossa primeira vez juntos deram-lhe um encanto especial, tendo culminado no orgasmo do Adão, que foi (como o é sempre) fantástico de sentir.

Voltámos aos beijos e como não queria desperdiçar a excitação acumulada da Eva, usei a minha mão direita para brincar com o clitóris dela. Ela ainda estava muito sensível e cada pequeno movimento dos meus dedos ela gemia, o que me deixava doido.

O Adão tenta avançar para baixo e eu recuso: apeteciam-me os seus beijos na minha boca e os seus dedos dentro de mim. Ele aceita esta mudança nos seus planos.

Optei então por penetrá-la com dois dedos enquanto a beijava. A sua respiração estava cada mais forte, sentia o seu corpo pulsar, os beijos mais intensos, até que senti-a contrair-se toda num momento em que o tempo congelou, seguido por um doce suspiro e o seu total relaxamento. Nesse momento senti-me envolvida pelo Adão que, enquanto me beijava, teve o meu orgasmo na ponta dos dedos... Interrompi os beijos e levei os meus dedos à boca, o sabor da Eva estava delicioso!

Apesar do avançar da noite, continuámos acordados, intercalando beijos com palavras. Depois foi a vez do Adão ficar por cima.
Comecei devagar já que ela me excitava tanto e queria durar um pouco mais de tempo. Comi-a e beijava-a e sentia a sua excitação crescer.

O Adão tinha um ritmo suave, meigo e lento, mas eu queria mais, mais rápido, mais fundo! E disse-lhe: "Adão, tenho de te dizer uma coisa!" "Diz, Eva!" E continuei: "A palavra F, a palavra F!" "Mas diz, Eva!" E revelei-lhe "Adão, fode-me a sério!" 
Isso deixou-me doido, acelerei o ritmo e penetrei-a até ao fundo, os gemidos dela alimentavam a minha excitação e não tardei muito a vir-me novamente.

Entre beijos, sexo, mimos e sexo oral vimos os primeiros raios de Sol a entrar no quarto. Estávamos tão animados e excitados que não demos pelo tempo passar. Olhámos um para o outro e concordámos que seria uma boa altura para irmos descansar. :)